Quando a mercadoria vai sair do Brasil, o pallet precisa atender a requisitos que vão além da logística interna. Padrões fitossanitários, certificações internacionais, normas do país de destino, todos esses fatores influenciam diretamente a escolha do modelo correto. Errar no pallet de exportação pode significar rejeição da carga na alfândega ou retrabalho de última hora.
Neste artigo, você vai entender as diferenças entre os três modelos mais usados para exportação em São Paulo: PBR novo, EPAL e pallet descartável, com critérios claros para escolher o certo para cada operação.

Por que o Pallet de Exportação é Diferente do Pallet de Uso Interno
O pallet usado internamente no Brasil pode ser reutilizado, reparado e circular entre armazéns sem restrição. Para exportação, a lógica muda. A principal exigência é o tratamento fitossanitário: todo pallet de madeira maciça que vai cruzar fronteiras internacionais precisa seguir a norma ISPM 15, que exige tratamento térmico ou fumigação com brometo de metila (este último restrito em vários países) e a marcação oficial com o símbolo internacional de tratamento.
Além do tratamento fitossanitário, cada país importador pode ter requisitos adicionais sobre o tipo de madeira, a umidade máxima permitida e a certificação do fornecedor. Por isso, a escolha do pallet correto começa antes mesmo de cotar o frete.
PBR Novo para Exportação: Quando Faz Sentido
O pallet PBR (Padrão Brasileiro) mede 1200 x 1000 mm e é o mais usado no Brasil. Para exportação, o uso do PBR novo com tratamento ISPM 15 é indicado quando o destino aceita esse padrão dimensional, principalmente na América do Sul e em alguns países da América Central.
A vantagem do PBR novo para exportação é que ele pode ser retornável, dependendo do acordo comercial com o importador. Se o volume for alto e o pallet retornar ao Brasil, o custo por viagem cai significativamente. Para exportações pontuais ou para destinos onde o retorno não é viável, o pallet descartável costuma ser mais econômico.
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EPAL: o Padrão Europeu para Exportação para a Europa
O pallet EPAL (European Pallet Association) mede 1200 x 800 mm e é o padrão dominante na Europa. Para exportar para países europeus, o EPAL é praticamente obrigatório, pois os sistemas de armazenagem, porta-pallets e equipamentos de movimentação europeus são dimensionados para esse formato.
O EPAL já inclui o tratamento fitossanitário e a certificação na fabricação. Sua marcação oficial, com o símbolo EPAL e o código do fabricante, é reconhecida em toda a Europa e aceita pelos principais operadores logísticos do continente. Para quem exporta regularmente para a Europa, investir em EPAL evita problemas de compatibilidade e facilita o processo de desembaraço.
Pallets para exportação em São Paulo
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Pallets de Madeira WhatsApp (11) 93023-2070Pallet Descartável para Exportação: Leveza e Custo Reduzido
O pallet descartável, também chamado de pallet de exportação leve ou pallet de compensado, é fabricado com madeira compensada ou madeira leve tratada, sem a estrutura robusta do PBR ou EPAL. Ele é projetado para uso único, não retornável, e pesa significativamente menos que os modelos convencionais.
Para exportações onde o custo de frete é calculado por peso bruto ou o importador não devolve os pallets, o descartável é a opção mais econômica. Ele já atende à norma ISPM 15 quando fabricado com madeira tratada, e sua leveza reduz o custo de frete, especialmente em cargas aéreas ou em contêineres onde cada quilo conta.

Comparativo: PBR Novo x EPAL x Descartável para Exportação
| Critério | PBR Novo (ISPM 15) | EPAL | Descartável |
|---|---|---|---|
| Medidas | 1200 x 1000 mm | 1200 x 800 mm | Variável (sob medida) |
| Peso | ~25 kg | ~22 kg | ~8 a 12 kg |
| Retornável | Sim (conforme acordo) | Sim (sistema EPAL) | Não |
| Destinos indicados | América do Sul e Central | Europa | Qualquer destino |
| Certificação | ISPM 15 obrigatória | Inclusa na fabricação | ISPM 15 conforme fabricação |
| Custo por unidade | Médio-alto | Alto | Baixo |
Como Escolher o Modelo Certo para a Sua Exportação
A escolha do pallet de exportação depende de três fatores principais: o país de destino, a frequência da operação e a política de retorno dos pallets. Para exportações para a Europa, o EPAL é a escolha padrão. Para América do Sul e Central, o PBR novo com ISPM 15 costuma ser aceito. Para operações pontuais ou cargas aéreas, o descartável é o mais econômico.
Além disso, o importador pode ter exigências específicas. Vale confirmar antes de comprar o lote se o cliente no exterior aceita o modelo que você pretende usar, especialmente no caso do PBR, que não é reconhecido pelo sistema europeu de troca de pallets.
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